
Agosto Dourado: amamentar também é cuidar de quem amamenta
Incentivar a amamentação não pode significar apenas dizer às mães que elas devem amamentar. É preciso oferecer condições para que possam fazer isso com segurança, informação e apoio profissional.
Todos os anos, o Agosto Dourado chama a atenção para a importância do aleitamento materno. Mas falar sobre amamentação vai além de destacar seus benefícios para o bebê. É também falar sobre acolhimento, informação e, principalmente, sobre o cuidado com a mulher que amamenta.
O Ministério da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e sua continuidade, junto à alimentação complementar, até os dois anos ou mais. Apesar de ser um processo natural, a amamentação pode trazer desafios. Dificuldades com a pega do bebê, dores, fissuras e inseguranças fazem parte da realidade de muitas mulheres.
Por isso, incentivar a amamentação não pode significar apenas dizer às mães que elas devem amamentar. É preciso oferecer condições para que possam fazer isso com segurança, informação e apoio profissional.
Cuidar de quem amamenta também é uma forma de cuidar de quem está começando a vida.
É a partir desse olhar que a Fundação Carmem Lucia, em Vila Velha, oferece gratuitamente a Sala de Apoio à Amamentação. O espaço recebe gestantes e mulheres que estão vivenciando o período de amamentação, oferecendo orientação e acolhimento. Quando necessário, também é disponibilizada gratuitamente a laserterapia como recurso de apoio.
O atendimento para o apoio a amamentação é aberto a toda a comunidade e não exige cadastro na Fundação, ampliando o acesso a mulheres que precisam desse suporte. O serviço funciona mediante agendamento prévio pelo telefone (27) 3244-2670.
O Agosto Dourado é uma oportunidade para ampliar essa conversa, mas o compromisso com a amamentação não deve terminar quando agosto acaba. Construir uma verdadeira rede de apoio significa compreender que cada mulher vive esse processo de uma maneira e que informação, escuta e acolhimento podem fazer toda a diferença.
Afinal, quando apoiamos uma mulher que amamenta, estamos contribuindo para que mãe e bebê vivenciem esse começo com mais cuidado, segurança e respeito.
